nov.2012 30

Todos prontos? Está se aproximando uma das nossas ações mais importantes do ano: a Virada Cultural Natal dias 15 e 16 de dezembro no Bairro da Ribeira. Para quem ainda não sabe como vai acontecer a virada é simples. Serão 24h seguidas de diversão e cultura espalhadas pelo bairro em vários pontos com entrada gratuita.

Confira abaixo a programação do Polo HipHop/Reggae da Virada Cultural Natal que vai rolar no Cultura Clube. São várias atrações e ainda um tempinho para experimentações teatrais no meio disso tudo. Muito bom. Confira!

Sábado, 15 de dezembro
Teatro Interrompido Convida: Finalização do Curso de Iniciação Teatral
18h – Recortes de uma noite no Bordel (Teatro)
18h30 – Todo erro será castigado (Teatro)
19h – Os 7 níveis da Loucura (Teatro)
21h – Exibição de Vídeos de Rap
22h – Carcará na Viagem
23h30 – A Cria (Olinda PE)
1h – Chicobomba & Zebanga – Part. Especial Lili Bélica

Domingo, 16 de dezembro
9h às 12h – Oficinão de Teatro na Virada Cultural – Cia de Arte Teatro Interrompido
Máximo 30 alunos Reservas por email: temteatroemnatal@gmail.com
18h – Vj Helder
19h – Plantation
21h – Arvore da Vida

nov.2012 29

ENTENDENDO A VIRADA CULTURAL NATAL
15 E 16 DE DEZEMBRO NA RIBEIRA!

1) Quando e onde é a Virada Cultural Natal?
Entre os dias 15 e 16 de dezembro. Exatamente do dia 15/12 às 18h até às 22h do dia 16/12 no Bairro da Ribeira.

2) Como vai funcionar isso?
As viradas culturais propõe 24h de programação cultural sem parar quando acontecem em várias cidades do Brasil e do Mundo. Aqui vai ser exatamente a mesma coisa. As atrações serão dividas entre diversas casas e ruas da Ribeira e durante todo o tempo alguma ação cultural vai estar rolando.

3) A Virada Cultural Natal é o Circuito Cultural Ribeira?
São gestões e orçamentos distintos mas a Virada Cultural Natal usa sim a plataforma do Circuito Cultural Ribeira para acontecer.

4) Porque a Virada Cultural Natal não acontece em outros pontos da cidade?
Estamos no primeiro ano da empreitada, gostaríamos de estar em mais pontos da cidade, mas com o orçamento que conseguimos levantar ficou impossível ir além do bairro de origem idealizado para atividade que é a Ribeira. Viradas Culturais (mesma as bancadas pelo poder público, que não é o caso da nossa) normalmente costumam centralizar as atividades num mesmo bairro. Só para dar como exemplo, a Virada Cultural de São Paulo, a maior do país, acontece quase que na sua totalidade no Centro da cidade, nem por isso deixa de ser a virada cultural da cidade toda.

5) Por que não tem grandes artistas de fora na programação que está sendo anunciada?
Porque acreditamos que conseguimos fazer uma atividade excelente, bonita e relevante só com os artistas (em sua maioria) da cidade. Os artistas grandes de outros estados já passam por aqui com bastante frequência em outros eventos culturais, inclusive organizados pelo poder público, como Natal em Natal e o Agosto da Alegria. Achamos desnecessário repetir essa fórmula agora.

6) Há possibilidades de artistas de outros estados e países participarem de outras edições?
Sim, depende de orçamento, afinação cultural com o projeto e afinidade artística com o que propomos para a Virada.

7) Há possibilidade de outros Polos da Virada Cultural Natal fora da Ribeira nos próximos anos?
Sim, torcemos muito para que a atividade cresça a esse ponto. Seria inédito no país ocupar a cidade inteira com cultura numa Virada Cultural.

8) Paga para entrar em alguma atividade da Virada Cultural Natal?
Não. A Virada Cultural Natal tem entrada em todos os Polos 100% gratuita.

9) O que falta para Virada Cultural Natal ser uma atividade vencedora e relevante neste primeiro ano?
Vocês (nós) fãs de música, teatro, artes plásticas, cinema e demais áreas da cultura irem em peso e abraçar a programação (e inclusive intervir nela). Esperamos todo mundo na Ribeira dias 15 e 16 de dezembro.

nov.2012 29

VIRADA CULTURAL NATAL
PROGRAMAÇÃO COMPLETA: POLO ROCK
CENTRO CULTURAL DOSOL

Amigos, preparem-se. Está se aproximando uma das nossas ações mais importantes do ano: a Virada Cultural Natal dias 15 e 16 de dezembro no Bairro da Ribeira. Para quem ainda não sabe como vai acontecer a virada é simples. Serão 24h seguidas de diversão e cultura espalhadas pelo bairro em vários pontos.

Polo Rock vai ser no Centro Cultural Dosol, tradicional reduto roqueiro da cidade e por lá teremos uma programação 100% GRATUITA. Os shows vão de 18h do sábado até as 19h do domingo sem interrupção. E aí aguenta essa enxurrada de rock? Confere!

18h – Fukai (RN)
19h – Kung Fu Johnny (RN)
20h – Amp (PE)
21h – Arthur R. (RN)
22h – Mad Grinder (RN)
23h – River Raid (PE)
24h – Kataphero (RN)
01h – Sem Horas (PB)
02h – Red Boots (RN)
03h – Black Century (RN)
04h – Rhenoda (RN)
05h – 1ª Mostra de Cinema Roqueiro
07h – 1ª Mostra de Cinema Roqueiro
09h – 1ª Mostra de Cinema Roqueiro
11h – 1ª Mostra de Cinema Roqueiro
14h – Godhound (RN)
15h – ITEP (RN)
16h – Rejects (RN)
17h – Monster Coyote (RN)
18h – Comando Etílico (RN)

nov.2012 27

VIRADA DO PENSAMENTO
TEATRO DE NATAL, UMA ETERNA (RE)CONSTRUÇÃO
Por Henrique Fontes

Acho que eu virei diretor de Teatro, não me formei. Por mais que essa afirmação deixe meus colegas encenadores com cabelos arrepiados, acho que no meu caso foi bem isso mesmo. Comecei em Natal como ator amador, segui fazendo cursos livres, ajudei a construir o teatro profissional do Grupo Clowns, fundei 4 outros grupos, idealizei e ajudei a construir a Casa da Ribeira e tudo isso num processo tão dinâmico que quando me dou conta hoje, passaram-se 26 anos.

Em algum ponto desse processo, para poder dar vazão a uma necessidade avassaladora de fazer teatro, tive que tomar a frente de um processo e dirigir uma peça. Não foi bem uma escolha, ou resultado de uma formação, apenas tive que fazer porque não tinha mais ninguém que topasse a doidice.

Pois bem, depois que cometi o delito, fui correr atrás do prejuízo e buscar formação. Mas onde? Eu sabia que Natal ja tinha tido grupos e espaços dedicados ao teatro na década de 70, mas ali no final dos 80 começo dos 90, não havia escolas de formação de ator muito menos de diretor. A universidade oferecia um curso de educação artística apenas e poucos grupos promoviam oficinas, enfim, era bem difícil.

Então, todo ano nas minhas férias (sim, na época eu era professor de carteira assinada com direito a férias e 13º ) eu ia ver peças, fazer oficinas, participar de debates em várias cidades do Brasil e até fora dele. Isso saía caro. Geralmente eu passava metade do ano seguinte pagando contas desses “cursos de férias”.
Eis que as coisas começaram a mudar. Alguns grupos começavam a surgir e se manter; fizemos ocupação do antigo prédio desativado da TVU, onde hoje é o IFRN (acho que foi o primeiro Occupy…), fomos atrás de parceiros em tudo que era quanto. O Teatro Sandoval Wanderley começou a abrigar grupos e a fomentar uma cena de novos atores, mas a grande virada mesmo veio com o surgimento do Centro Experimental de Pesquisa Teatral, que, na gestão de João Marcelino e Josenilton Tavares, fez uma verdadeira revolução no teatro contemporâneo potiguar. Em apenas 6 anos aquele espaço formado por duas salas de aula, um ateliê, uma copa e uma sala de administração, localizado no Aeroclube da Hermes da Fonseca, agitou a cidade e acendeu a esperança de um bando de jovens, e daqueles que eram jovens há mais tempo, a fazer teatro de forma comprometida.

O Centro Experimental funcionava sem parar. Pela manhã se faziam reuniões, produziam-se figurinos, adereços e cenários; à tarde havia aulas, ensaios e à noite ainda mais ensaios e apresentações de cenas curtas, leituras dramáticas, peças clássicas ou experimentais. Renascia a cena teatral natalense.
Ja no segundo ano de funcionamento, artistas de outros municípios começaram a vir a Natal pra fazer cursos no Centro e companheiros de outros estados vinham ministrar workshops. Digo sem medo, que foi essa efervecência que motivou o DEARTE da UFRN a abrir o curso de licenciatura em Teatro e de onde surgiu boa parte do pensamento que deu origem à escola técnica de teatro idealizada por Vera Rocha, Ivonete Albano e Lenilton Teixeira. Também sei que muitos grupos iniciaram a replicar as oficinas partindo da formação do Centro Experimental e muita gente boa, que ainda hoje está em cena, veio dessa época.

Mas isso tudo “JA TEVE”. Hoje os espaços de formação se reduzem a UFRN e à escola técnica de teatro que, segundo me informaram, anda sucateada e com um quadro de professores bem reduzido.
Natal hoje se assemelha muito àquela Natal do final dos anos 80, onde eu buscava formação e não encontrava em lugar nenhum. Além de ter o teatro municipal fechado desde 2009, os equipamentos teatrais do Estado que funcionam andam tão apáticos e sem diálogo com a classe artística que o público migrou de mala e cuia pra dentro dos shopping centers.
Sem formação, com espaços sucateados ou fechados e sem fomento às novas montagens o Teatro em Natal volta a se fechar em salas de ensaio de poucos grupos de teatro que produzem pra fazer 3 ou 4 apresentações no RN e saem em busca dos festivais Brasil a fora.

Está na hora da Virada! Não dá pra continuar aceitando ser a terra do “JA TEVE”. Temos que construir e não ficar nesta eterna Re-construção, como uma Penélope neurótica que tece e destece essa saia e nunca termina pra poder usá-la numa festa e arrasar.

Precisamos avançar. Não cabe mais tantos passos para trás. Seremos rapidamente neo-colonizados deste jeito e da pior forma: sem aviso prévio ou escolhas. Ou acreditamos que o desenvolvimento não passa fundamentalmente pelo fortalecimento da cultura de um lugar?

Ah, recentemente fiquei sabendo que o prédio do Centro Experimental vai abrigar o acervo da biblioteca municipal Câmara Cascudo enquanto esta se reforma, o espaço do Centro estava fechado porque o telhado havia sido condenado, mas agora surgiu verba para reformar e abrigar os livros.

Eu propronho uma campanha #EuQueroExperimentarTeatro – REABRAM O CENTRO EXPERIMENTAL.

nov.2012 22

VIRADA DO PENSAMENTO
O PAPEL DA RÁDIO PÚBLICA NA CULTURA DE NATAL

Por Foca

Começamos hoje uma série de textos que levantam pontos que podem nos ajudar a refletir e debater o atual momento cultural de Natal. Aproveitando a maré da Virada Cultural que se aproxima, resolvemos aproveitar a onda boa e propor uma virada de pensamento, um debate sólido do nosso papel na cultura da cidade junto com todos os seus agentes: parceiros, patrocinadores, poder público e nós artistas e produtores culturais. A ideia não é bater no que está aí, não é chorar pelo que não acontece. Aqui a nossa pegada é propor, olhar para frente, aprender como o que não deu certo e ampliar algumas vitórias.

No primeiro texto da série “Virada do Pensamento” quero propor discutir o papel da nossa única rádio “pública”: a FM Universitária. Para isso se faz necessário darmos uma igualada para que todo mundo saiba como as coisas funcionam na rádio. A primeira questão é a seguinte. A FM Universitária é uma rádio pública ou uma rádio da Universidade? Fico com a segunda opção por experiência própria. A FM Universitária é totalmente da Universidade e serve apenas ao humor do corpo docente e da reitoria o que é uma pena e um desperdício com prejuízos enormes à cultura de Natal.

De um lado o departamento comercial da FM reclama que os projetos culturais em sua maioria não anunciam na rádio, de outro os projetos culturais detectam que a rádio não se comunica com o seu público como deveria e fica esse empurra-empurra sem fim. Em 2010 o Festival Dosol visitou a FM Universitária, queríamos uma aproximação definitiva com ela. Anunciamos, detectamos que no nosso horário de anúncio não tinham locutores e fizemos uma proposta de além de anunciar, assumir e dar uma repaginada no horário.

Assumimos o horário entre 20h e 22h, botamos bandas ao vivo, equilibramos o horário com novidades e clássicos, priorizamos tocar artistas do RN e os resultados diretos apareceram: os artistas sentiram uma conexão com a rádio novamente, o feedback de público aumentou e aos poucos íamos dando mais gás no projeto. Veio a eleição para o novo reitor e uma nova gestão assumiu a FM Universitária. Depois de seis meses de trabalho gratuito para levantar o espaço da rádio e entrega-lo à cultura local fomos sumariamente tirados do ar sem direito a despedidas.

A cultura de Natal precisa muito de um porta-voz do quilate da FM Universitária, o que seria excelente inclusive financeiramente para instituição, já que até onde me consta a economia da rádio é mista, precisando do departamento comercial para fechar a folha de pagamento no fim do mês. Para isso é preciso que a rádio entenda seu papel, saia das grades que a cercam dentro da Universidade e se conecte com o mundo real ou vai estar fadada ao ostracismo completo.

O que fazer? Acho que a rádio universitária deveria colocar os alunos do curso de rádio e TV em ação para uma grande pesquisa dentro dos maiores projetos culturais da cidade. Quem ouve a FM Universitária como está? Que horários ouve? Com as respostas em mãos a rádio poderia promover um grande seminário e discutir colaborativamente que rumos seguir para atender essa demanda cultural (e porque não comercial?). Projetos culturais são economicamente fortes, reunem milhares de pessoas, todas elas prontas para consumir uma rádio que fale por elas, que tenha conectividade e pensamentos parecidos.

FM Universitária, a cidade está loucamente precisando de uma voz cultural e de portas abertas para receber vocês para essa missão. Não vamos desperdiçar mais tempo. Estamos prontos para fazer essa ponte!

nov.2012 07

http://circuitoculturalribeira.com.br/wp-content/uploads/2012/11/circuito-ok.jpg

Circuito Cultural Ribeira em processo colaborativo
Quinta-feira, 08/11 o C.C.R. abre programação com diálogo sobre processos colaborativos e domingo o tema é o Festival DoSol

Criação em rede, realização coletiva, trabalho colaborativo… muitos são os nomes para definir uma ação que é cada vez mais comum em projetos culturais pelo Brasil. São inúmeros exemplos de projetos bem-sucedidos que aconteceram e acontecem graças à vontade de pessoas que se juntaram para vencer dificuldades isoladas e fazer acontecer.

Processos Colaborativos, assim escolhemos nomear o tema do evento Diálogos Criativos deste mês. Promovido pelo Selo Ribeira Território Criativo, o bate-papo é uma das ações do Circuito Cultural Ribeira em sua 13ª edição e acontece nesta quinta, 08/11 às 19h na Casa da Ribeira. A entrada é gratuita.

Os convidados para provocar os diálogos são: Nathalia Santana, articuladora no RN da Rede Fora do Eixo, de colaboração e movimentação cultural a partir das mídias digitais e das artes; Buca Dantas, cineasta criador do Cinema Processo, onde o filme é produzido de maneira horizontal por todos os envolvidos e a baixo custo; e Henrique Fontes, presidente da Casa da Ribeira que falará sobre o processo de criação colaborativa do Circuito Cultural Ribeira.

“Acho uma oportunidade excelente para compartilharmos os processos e descobrirmos novas formas de fazer” , disse Henrique Fontes, presidente da Casa da Ribeira.

Os Diálogos Criativos integram o Circuito Cultural Ribeira, que através do selo Ribeira Território Criativo, promove ações de reflexão, formação e valorização da Ribeira e da cultura potiguar. O Circuito tem o patrocínio da Lei Câmara Cascudo, Governo do RN, Cosern e Vivo. A ocupação da Casa da Ribeira nos diálogos criativos é possível graças ao prêmio Procultura de estímulo ao Circo, Teatro e Dança 2010.

E Domingo, 11/11 a partir das 16h é hora de descer a ladeira novamente e conferir a programação do Circuito Cultural Ribeira que chega em sua 13ª edição. Este mês o tema é Festival DoSol, então já sabe né? Muita música de todos os estilos por todo o bairro. Mas não só música, também tem teatro, dança, artes visuais… confira a programação abaixo:

PROGRAMAÇÃO CIRCUITO CULTURAL RIBEIRA – 11 DE NOVEMBRO DE 2012 – a partir das 15h30 em 15 espaços e pelas ruas da Ribeira – ENTRADA GRATUITA.

Centro Cultural Dosol (ESPECIAL FESTIVAL DOSOL)
Rua Chile, 40
15h30 – Jubarte Ataca (RN)
16h15 – Ubella Preta (PB)
17h – Sin Ayuda (SP)
17h45 – Zefirina Bomba (PB)
18h30 – Hierofante Púrpura (SP)
19h15 – The Baudelaires (PA)
20h – Cassady (PE)
20h45 – The First Corinthians (PE/EUA)
21h30 – Calistoga (RN)

Casa da Ribeira (ESPECIAL FESTIVAL DOSOL)
Rua Frei Miguelinho, 52
17h – Projeto Mono/Stereo
19h – Trio Pouca Chinfra e a Cozinha (PE)
21h – Tesla Orquestra (RN)

Armazém Hall (ESPECIAL FESTIVAL DOSOL)
Rua Chile
15h30 – Cabrones (RN)
16h15 – Hött Nyte (RN)
17h – Psicomancia (RN)
17h45 – Kataphero (RN)
18h30 – Plastic Fire (RJ)
19h15 – Primordium (RN)
20h – Son of a witch (RN)
20h45 – Kamura (GO)
21h30 – Expose your hate (RN)

Galpão 29 (ESPECIAL FESTIVAL DOSOL)
Rua Chile, 29
15h30 – 30 de outubro (RN)
16h15 – Clara e a noite (RN)
17h – Rosa de pedra (RN)
17h45 – Mobília (CE)
18h30 – SeuZé (RN)
19h15 – Vinda (SP)
20h – Simona Talma (RN)
20h45 – Luiz Gadelha (RN)
21h30 – Khrystal (RN)

Consulado (ESPECIAL FESTIVAL DOSOL)
Rua câmara cascudo
19h – Os Bonnies (música)

Na rua Frei Miguelinho

17h – Espetáculo O Fuxiqueiro – Cia Cultural Ciranduís (Teatro)
19h – Eletronic Party

Buraco da Catita
Rua Câmara Cascudo, 185
18h – Pedro Mendes (música)

Gira Dança
Rua Frei Miguelinho, 100
16h – Mundo Gira com Dj Mãozinha e Dj Thiago Alves (música)
17h – Alguém que não eu para falar de mim – Gira Dança (dança)
17h30 – Santa Cruz do não sei – Grupo Arkhétypos (teatro)
18h – Final do cortejo do Beco da Quarentena /Grupos Percussivos
(intervenção urbana)
19h – O Sertão sou Eu – Art’facto Cia de Dança (dança)
19h30 – Adò e Kawóò – Mokan (Dança)
20h – Santa Cruz do não sei – Grupo Arkhétypos (teatro)

Pelas Ruas da Ribeira
Saída da Rua Câmara Cascudo
16h30 – cortejo lavagem do beco da quarentena – grupos de percussão e intervenção coreográfica do gira dança (música e dança)

Esquina da Rua Dr. Barata com a Tavares de Lyra
18h – 22h – Missigena SoundSystem (música)

Nalva café salão
Av. Duque de Caxias, 110
16h- Goiamum audiovisual – mostra de curtas (vídeo)
18h– Cia Shaman tribal – Carcará (dança)
20h – Da silva e d’malasombrasband (música)

Espaço à deriva
Rua Frei Miguelinho, 47
18h – Hamlet – um exercício – Grupo de teatro Facetas, mutretas e outras historias (teatro)
Rua Frei Miguelinho

Beco da quarentena

18h – Coletivo Camafeu – Intervenção fotográfica (artes visuais)
18h30 – Ramilla Souza – Confesso (performance)

Cultura Clube
Av. Rio branco
19h – Filhos de Mamanheba (música)
21h – Reggalyze (música)

Atelier Flávio Freitas
Av. Duque de Caxias, 182.
16h – Atelier aberto – obras do artista Flávio Freitas (artes visuais)
19h – Natal na Segunda Guerra – Frederico Nicolau/Leonado Dantas (palestra)

Funil da Cultura
Rua Dr. Barata
18h – CINE INDÍGENA – Somos Guaranii Kaiowá” – Serie de videos que serão intercalados com debates sobre o tema”

 

nov.2012 07

PROGRAMAÇÃO CIRCUITO CULTURAL RIBEIRA
ESPECIAL FESTIVAL DOSOL 2012
DOMINGO, 11 DE NOVEMBRO
ENTRADA GRATUITA EM TODAS AS CASAS
Produção: Dosol e Casa da Ribeira

Centro Cultural Dosol (ESPECIAL FESTIVAL DOSOL)
Rua Chile, 40
15h30 – Jubarte Ataca (RN)
16h15 – Ubella Preta (PB)
17h – Sin Ayuda (SP)
17h45 – Zefirina Bomba (PB)
18h30 – Hierofante Púrpura (SP)
19h15 – The Baudelaires (PA)
20h – Cassady (PE)
20h45 – The First Corinthians (PE/EUA)
21h30 – Calistoga (RN)

Casa da Ribeira (ESPECIAL FESTIVAL DOSOL)
Rua Frei Miguelinho, 52
17h – Projeto Mono/Stereo
19h – Trio Pouca Chinfra e a Cozinha (PE)
21h – Tesla Orquestra (RN)

Armazém Hall (ESPECIAL FESTIVAL DOSOL)
Rua Chile
15h30 – Cabrones (RN)
16h15 – Hött Nyte (RN)
17h – Psicomancia (RN)
17h45 – Kataphero (RN)
18h30 – Plastic Fire (RJ)
19h15 – Primordium (RN)
20h – Son of a witch (RN)
20h45 – Kamura (GO)
21h30 – Expose your hate (RN)

Galpão 29 (ESPECIAL FESTIVAL DOSOL)
Rua Chile, 29
15h30 – 30 de outubro (RN)
16h15 – Clara e a noite (RN)
17h – Rosa de pedra (RN)
17h45 – Mobília (CE)
18h30 – SeuZé (RN)
19h15 – Vinda (SP)
20h – Simona Talma (RN)
20h45 – Luiz Gadelha (RN)
21h30 – Khrystal (RN)

Consulado (ESPECIAL FESTIVAL DOSOL)
Rua câmara cascudo
19h – Os Bonnies (música)

Buraco da Catita
Rua Câmara Cascudo, 185
18h – Pedro Mendes (música)

Gira Dança
Rua Frei Miguelinho, 100
16h – Mundo Gira com Dj Mãozinha e Dj Thiago Alves (música)
17h – Alguém que não eu para falar de mim – Gira Dança (dança)
17h30 – Santa Cruz do não sei – Grupo Arkhétypos (teatro)
18h – Final do cortejo do Beco da Quarentena /Grupos Percussivos
(intervenção urbana)
19h – O Sertão sou Eu – Art’facto Cia de Dança (dança)
19h30 – Adò e Kawóò – Mokan (Dança)
20h – Santa Cruz do não sei – Grupo Arkhétypos (teatro)

Pelas Ruas da Ribeira
Saída da Rua Câmara Cascudo
16h30 – cortejo lavagem do beco da quarentena – grupos de percussão e intervenção coreográfica do gira dança (música e dança)

Esquina da Rua Dr. Barata com a Tavares de Lyra
18h – 22h – Missigena SoundSystem (música)

Nalva café salão
Av. Duque de Caxias, 110
16h- Goiamum audiovisual – mostra de curtas (vídeo)
18h– Cia Shaman tribal – Carcará (dança)
20h – Da silva e d’malasombrasband (música)

Espaço à deriva
Rua Frei Miguelinho, 47
18h – Hamlet – um exercício – Grupo de teatro Facetas, mutretas e outras historias (teatro)
Rua Frei Miguelinho
17h – Espetáculo O Fuxiqueiro – Cia Cultural Ciranduís (Teatro)
19h – Eletronic Party

Beco da quarentena
18h – Coletivo Camafeu – Intervenção fotográfica (artes visuais)
18h30 – Ramilla Souza – Confesso (performance)

Cultura Clube
Av. Rio branco
19h – Filhos de Mamanheba (música)
21h – Reggalyze (música)

Atelier Flávio Freitas
Av. Duque de Caxias, 182.
16h – Atelier aberto – obras do artista Flávio Freitas (artes visuais)
19h – Natal na Segunda Guerra – Frederico Nicolau/Leonado Dantas (palestra)

Funil da Cultura
Rua Dr. Barata
18h – CINE INDÍGENA – Somos Guaranii Kaiowá” – Serie de videos que serão intercalados com debates sobre o tema”

out.2012 18

CULTURA | Para virar Natal

por Redação

/ PROJETO /  PRODUTORES LOCAIS SE ORGANIZAM PARA REALIZAR VIRADA CULTURAL NA CAPITAL POTIGUAR. BASE DA PROGRAMAÇÃO É TODA COMPOSTA POR ARTISTAS LOCAIS

Vinte e quatro horas ininterruptas de programação cultural, tudo de graça. Um sonho pensado há alguns anos por Anderson Foca e demais articuladores culturais da Ribeira que agora vira realidade já que entre os dias 15 e 16 de dezembro, junto com a última edição do Circuito Cultural Ribeira em 2012, Natal vai viver a sua primeira Virada Cultural.

E antes que comecem as comparações, a cidade não vai ter uma Virada Cultural similar à realizada em São Paulo desde 2004 e que virou referência para as demais espalhadas pelo país. A primeira diferença começa na valorização da arte local e a segunda se dá com a desvinculação do evento do poder público, como explica o produtor cultural Anderson Foca. A virada cultural de São Paulo é organizada pela secretaria municipal de cultura.

“A gente está tentanto fazer a virada há uns 3 ou 4 anos, mas não queríamos que isso partisse do governo, que ele financiasse, colocasse os shows e ficasse por isso mesmo. Queríamos algo mais orgânico, com a iniciativa partindo dos próprios agentes”, diz.

Agora, a meta é conseguir os patrocínios necessários, muito embora o projeto da Virada já esteja inscrito na Lei Câmara Cascudo de Incentivo à Cultura. “Mas ainda não foi aprovado”, comenta. Foca avalia que seria necessário cerca de R$ 500 mil para a realização de uma Virada Cultural nos moldes ideiais em uma cidade como Natal. No entanto, atualmente eles contam com pouco mais de 10% deste valor. “É claro que se tiver a possibilidade de trazer um artista grande nós vamos tentar. Mas o foco não é esse, e sim, colocar os nossos artistas para fazerem essa virada acontecer. Temos gente o suficiente para isso”, afirma.

Caso mais parcerias sejam fechadas, a ideia é investir na ampliação do foco artístico, ou seja, além da Ribeira, a Cidade Alta poderia entrar na programação também. “Existe uma possibilidade, mas o que temos hoje é para a Ribeira. Tomara que mais gente se empolgue e que a gente possa levar isso para outros lugares, mas por enquanto não é o caso”, diz Foca.

Os próximos investimentos servirão também para garantir o palco principal nos moldes do que é montado no Agosto da Alegria em frente ao largo do Teatro Alberto Maranhão. “Seria a porta de entrada da Virada e a ideia é que ele funcione 24 horas”, comenta.

A Virada Natal surge em um momento decisivo no cenário político da cidade, o fim da gestão da prefeita Micarla de Sousa. Por isso mesmo, Foca chama atenção para uma particularidade do evento; a de resgatar a relação entre cultura e poder público.

“A nossa virada tem um viés muito mais simbólico. Não é somente uma festa, não estamos preocupados apenas com o artista que vem ou que vai deixar de vir. Queremos uma virada de pensamento. A cidade está prestes a passar por uma mudança no poder e isso vai refletir diretamente na cultura durante os próximos anos. Precisamos de uma virada de comportamento”, argumenta.

Embora ainda seja um pouco cedo para preencher a programação, Foca adianta que no domingo pela manhã as atividades devem ser mais lúdicas, estimulando o lazer e o bem estar, por exemplo. “Estamos pensando em uma bicicletada, aulas de Yoga, tai chi chuan e coisas do tipo”, sugere o produtor comentando ainda que o principal empecilho para a realização da Virada Cultural nos anos anteriores foi mesmo a questão do financiamento.

“Não estamos tentando fazer uma virada de São Paulo. Não é por aí, temos que fazer a nossa, do nosso jeito até porque não foi São Paulo que inventou a virada, existe na Europa há bastante tempo. Acho que será um momento para colocarmos a nossa criativade e inspiração para funcionar”, conclui Anderson Foca.

out.2012 12

Domingo, 14/10, a partir das 16h, o Circuito Cultural Ribeira agita o bairro histórico da Ribeira com mais de 40 atrações. Destaque especial para as artes cênicas, pois esta edição é especial CenAberta: projeto da Casa da Ribeira que ganhou o prêmio Funarte/Minc Procultura que traz a diversidade do teatro, dança e performance com acesso facilitado.

“O CenAberta contemplou projetos de todo o Nordeste e trará até Abril de 2013 atrações semanais para a Casa da Ribeira com o preço máximo de R$10. Para abrir o projeto decidimos fazer um circuito especial e também convidamos o grupo Teatro Invertido, destaque da cena Mineira, que fará três apresentações gratuitas da peça Proibido Retornar: uma no sábado e duas no domingo.” Disse Henrique Fontes, diretor artístico da Casa da Ribeira.

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As atrações cênicas deste circuito também foram pensadas para criançada, ja que este é o mês dedicado a elas. Assim, o Armazém Hall, localizado na rua Chile, entre 16h e 18h será o Armazém Criança com Mamulengo dos herdeiros de Chico de Daniel e o Grupo Estação contando e cantando histórias. Além destas, uma performance do Coletivo ES3 chamada Passeio Potiguar deve dar o que falar. O performer André Bezerra levará 150 garanguejos para passear onde eles quiserem. Confira programação completa abaixo.

Uma outra grande, ou melhor, gigante atração desta edição do Circuito é a obra Flor na Raiz – Flor do Tempo do artista visual premiado internacionalmente, Guaraci Gabriel. A obra, com 12 metros de altura, será instalada no meio do Beco da Quarentena e o financiamento está acontecendo de forma colaborativa, via facebook.

“A ideia é revitalizar o Beco da Quarentena e torná-lo mais agradável para que as pessoas que transitam no dia a dia da Ribeira, principalmente entre as ruas Chile e Frei Miguelinho, criem afeto e o hábito de cuidar do espaço, reconhecendo-o como parte da história de vida de cada um e da memória coletiva da cidade.” Disse Gustavo Wanderley, diretor de planejamento e estratégia da Casa da Ribeira.

A campanha de financiamento colaborativo, a famosa vaquinha, pode ter colaboração de pessoa física e jurídica, de no mínimo vinte reais. O valor total da obra, que inclui somente a mão de obra do artista e assistentes e aluguel de guindaste é de 10.950 reais. Foi arrecadado ate agora 5 mil reais, assim, o valor total para o financiamento colaborativo é de 5.950 reais. Toda verba será voltada para ações no Beco da Quarentena com artes plásticas, grafites e intervenções diversas, respeitando sempre o patrimônio histórico tombado pelo Iphan. A prestação de contas de todo o valor arrecadado será disponibilizado no dia 30 de outubro no site www.circuitoculturalribeira.com.br.

Programação Circuito Cultural Ribeira – 14 de Outubro de 2012(Especial CenAberta)

15 espaços culturais abertos – TUDO GRATUITO



Centro Cultural DoSol 
Rua Chile, 40
18h – Rejects/RN (Música)
19h – Emblemas Baile Funk/RN (Música)
20h – Buguinha Dub & Neguedmundo PE/RN (Música)
21h – DuSouto/RN (Música)

Casa da Ribeira
Rua Frei Miguelinho, 52
17h30 – Desaparecidos – Grupo Estandarte de Teatro (Intervenção Cênica)
18h30 – Proibido Retornar – Teatro Invertido /MG (Teatro)
20h30 – Proibido Retornar – Teatro Invertido /MG (Teatro)

Buraco da Catita 
Rua Câmara Cascudo, 185
19h – Giba na Madrugada – Gilberto Cabral e Banda (Música)
com Intervenção da Companhia de Dança do Teatro
Alberto Maranhão (Dança)

Gira Dança
Rua Frei Miguelinho, 100
16h30 – Abertura da Loja Mundo Gira
17h – Um Sorriso para ser Feliz – Companhia Gira Dança (Dança)
Logun – Estudo nº 01 para Mókan (Dança) 
17h30– Bebadorroubo – Mobilidade Cia de Dança (Intervenção Urbana)
18h– A Quarta Parede – Anízia Marques (Dança)
19h– Final do Cortejo do Beco da Quarentena 
Grupos Percussivos e Gira Dança (Intervenção Urbana)

Armazém Criança 
No Armazém Hall, Rua Chile
16h – Passeio Potiguar com 150 caranguejos – André Bezerra – Coletivo ES3 (Performance)
16h – Herdeiros de Chico Daniel – Josivan de Chico de Daniel (Teatro de Bonecos)
17h – Estação dos Contos – Grupo Estação de Teatro (Teatro)

Armazém Hall
Rua Chile
19h – Samba de Roda (Música)

Pelas Ruas da Ribeira
Saída da Rua Câmara Cascudo 
17h – Cortejo Lavagem do Beco da Quarentena – Grupos de percussão e Intervenção Coreográfica do Gira Dança (Música e Dança)

Esquina da Dr. Barata com a Tavares de Lyra
18h às 22h – Missigena SoundSystem

Nalva Café Salão 
Av. Duque de Caxias, 110 
16h- Palestra Linguagem cinematográfica – com Ana Cecília Aragão/RN (Goiamum Audiovisual)
17h – Mostra Curta Goiamum no Circuito (Vídeo)
18h30 – Caminhos e Itinerários – Rosa Maciel (Exposição Interativa) 
19h30 – “Esquetes para Nalva” Acrílico sobre tela – Clarissa Torres (Artes Visuais)
20h – Influencia do Jazz – Bruna Hetzel (Música)

Espaço à Deriva
Rua Frei Miguelinho, 47
17h – Saída Clown (Teatro)
19h – Dançando às Avessas – (Performance)

Galpão 29, Rua Chile, 29
19h – Eletronic Party (Djs) 
19h30 – “Eu” – Junior Minhoca (Performance)

Consulado 
Rua Câmara Cascudo
19h – Esso Alencar (Música)

Cultura Clube
18h – Vj Helder (Música e Imagem)
19h – Faces Negras (Música)
20h – Naturalmente (Música) 

Atelier Flávio Freitas
Av. Duque de Caxias, 182
16h – Atelier Aberto – obras do artista Flávio Freitas (Artes Visuais)
19h – Acorde na Ribeira – Grupo Acorde (Música)

Clube do Remo
Rua Chile
16h às 22h – Club Bazar (Venda de Produtos Culturais, Trocas, Discotecagem)
16h30 – Show do Pôr do sol – Androide Sem Par Acústico (Música)
17h30 – Performances Artísticas

Casa de Ferreira Itajubá
Rua Chile, 63
16h – Bazar Itajubá (Venda de Produtos Culturais)



out.2012 10

O Selo Ribeira – Território Criativo está sendo lançado dentro das atividades do Circuito Cultural Ribeira para reconhecer dentro do bairro iniciativas criativas e culturais. Esse vídeo de apresentação tem a ideia der ser um material “working progress”, que vai ser alterado e modificado de acordo com cada edição do projeto “Diálogos Criativos”, atividade de pensamento, discussão e debates dentro do Circuito Cultural Ribeira.

Nesse segundo case, os entrevistados falam da sua relação com a criatividade e ouvimos a equipe do MINC sobre Economia Criativa. Aguardem a próxima atualização sobre patrimônio.